Ingressos para ABC x Figueirense já estão sendo vendidos

A equipe do Figueirense/SC vai enfrentar neste sábado (10), às 19h, no Frasqueirão, o ABC pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Os ingressos para essa partida já estão disponíveis.

As vendas acontecem no Espaço Mais Querido, SterBom (Prudente de Morais e Midway), On Line For Men (Norte Shopping, Hiper Prudente, Parnamirim e Via Direta), Livraria Câmara Cascudo (Parnamirim), Drive Car e, no dia da partida (Caso tenha), nas bilheterias do Frasqueirão.

Os ingressos antecipados para o setor de arquibancada custam o valor de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). Para o setor de cadeira, os valores são R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia).

Secretário Adjunto, Tomaz Pereira assume Secretaria de Obras

Em decorrência da Operação Manus, que resultou na prisão preventiva do secretário de Obras, Fred Queiroz, o seu secretário adjunto, Tomaz Pereira de Araújo Neto, assumiu a pasta temporariamente.

O prefeito Carlos Eduardo já assinou, na manhã de hoje (06), uma portaria que designa Pereira para comandar o cargo nas ausências e impedimentos do titular.

JFRN informa que os mandados envolvendo potiguares na Operação MANUS foram cumpridos

Sobre a operação Manus, deflagrada na manhã de hoje (06) pela Polícia Federal no Rio Grande do Norte, Distrito Federal e Paraná, a Justiça Federal no Rio Grande do Norte esclarece que os 33 mandados decretados pelo juiz federal titular da 14ª Vara foram cumpridos.

Segundo a JFRN, o processo está tramitando em segredo de justiça. As acusações são referentes a supostos pagamentos de propinas feitos por empreiteiras com destinação a dois políticos e que teriam contado com a conivência de empresários que atuaram para lavagem de dinheiro.

Com relação aos cinco réus presos, quatro deles, após serem ouvidos pela Polícia Federal, foram encaminhados para uma das unidades do sistema prisional do Estado, ficando à disposição desse Juízo. O outro preso já se encontra recolhido ao sistema prisional do Estado do Paraná, onde deverá permanecer.

Ilustração

No RN, vacinação contra a gripe é liberada para toda a população

A Campanha Nacional de Vacinação Contra Influenza está liberada para toda a população potiguar. Em Natal, a imunização segue até quando durarem os estoques, que hoje conta com aproximadamente 35 mil doses. Não serão disponibilizadas doses extras para a capital potiguar.

Natal conta com 74 salas de vacina distribuídas pela cidade e abertas de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Lembrando que, nesse caso, a população pode buscar atendimento em qualquer unidade de saúde sem a necessidade de se dirigir àquela que faz a cobertura da região onde reside.

Vejam os mandados cumpridos em Natal e quem foram os alvos

A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal, deflagrou nesta manhã (6/6) a Operação Manus para apurar atos de corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro  envolvendo a construção da Arena das Dunas. Foram cumpridos 33 mandados judiciais, sendo cinco mandados de Prisão Preventiva, seis mandados de condução coercitiva e 22 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Norte e Paraná.

Do Estado, o ex-deputado Henrique Alves (prisão preventiva), o publicitário Arturo Arruda (mandado de condução coercitiva), o ex-tesoureiro da campanha Eurico Alecrim (condução coercitiva), o empresário e atual secretário de obras de Natal Fred Queiroz (mandado de prisão), Érika Nesi  (mandado de prisão), Matheus Nesi (mandado de condução coercitiva) e o ex-secretário do governo Garibaldi, Jaime Mariz (condução coercitiva), foram alvos da operação. 

  • Mandado de condução coercitiva = Apenas para prestar esclarecimentos.

RN é o Estado mais violento do Brasil com crescimento de 232% em homicídios

O Brasil registrou, em 2015, 59.080 homicídios. Isso significa 28,9 mortes a cada 100 mil habitantes. Os números representam uma mudança de patamar nesse indicador em relação a 2005, quando ocorreram 48.136 homicídios. As informações estão no Atlas da Violência 2017, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O estudo analisa os números e as taxas de homicídio no país entre 2005 e 2015 e detalha os dados por regiões, Unidades da Federação e municípios com mais de 100 mil habitantes. Apenas 2% dos municípios brasileiros (111) respondiam, em 2015, por metade dos casos de homicídio no país, e 10% dos municípios (557) concentraram 76,5% do total de mortes.

Os estados que apresentaram crescimento superior a 100% nas taxas de homicídio no período analisado estão localizados nas regiões Norte e Nordeste. O destaque é o Rio Grande do Norte, com um crescimento de 232%. Em 2005, a taxa de homicídios no estado era de 13,5 para cada 100 mil habitantes. Em 2015, esse número passou para 44,9. Em seguida estão Sergipe (134,7%) e Maranhão (130,5). Pernambuco e Espírito Santo, por sua vez, reduziram a taxa de homicídios em 20% e 21,5%, respectivamente. Porém, as reduções mais significativas ficaram em estados do Sudeste: em São Paulo, a taxa caiu 44,3% (de 21,9 para 12,2), e, no Rio de Janeiro, 36,4% (de 48,2 para 30,6).

O Atlas da Violência 2017 analisou dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, referentes ao intervalo de 2005 a 2015, e utilizou também informações dos registros policiais publicadas no 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do FBSP. Para listar os 30 municípios potencialmente mais violentos e menos violentos do Brasil em 2015, o estudo considerou as mortes por agressão (homicídio) e as mortes violentas por causa indeterminada (MVCI).

PF cumpre mandados de busca e prisão da operação Lava Jato em Natal

A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita  Federal, deflagrou nesta manhã (6/6) a Operação Manus para apurar atos de corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro  envolvendo a construção da Arena das Dunas, em Natal/RN. O sobrepreço identificado chega a R$ 77 milhões.

Cerca de 80 Policiais Federais cumprem 33 mandados judiciais, sendo cinco mandados de Prisão Preventiva, seis mandados de condução coercitiva e 22 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Norte e Paraná.

A investigação realizada se iniciou após a análise das provas coletadas em várias das etapas da “Operação Lava Jato” que apontavam solicitação e o efetivo recebimento de vantagens indevidas por dois ex-parlamentares cujas atuações políticas favoreceriam duas grandes construtoras envolvidas na construção do estádio.

A partir das delações premiadas em inquéritos que tramitam no STF, e por meio de afastamento de sigilos fiscal, bancário e telefônico dos envolvidos, foram identificados diversos valores recebidos como
doação eleitoral oficial, entre os anos de 2012 e 2014, que na verdade consistiram em pagamento de propina.  

Identificou-se também que os valores supostamente doados para a campanha eleitoral em 2014 de um dos investigados foram desviados em benefício pessoal.

Os  investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro.

Sobre o nome da operação, é referência ao provérbio latino “Manus Manum Fricat,  Et  Manus  Manus Lavat”, cujo significado é: uma mão esfrega a outra; uma mão lava a outra.

Henrique Eduardo Alves é preso em Natal

O ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves foi um dos alvos de um mandado de prisão preventiva em um desdobramento da Operação Lava Jato deflagrado nesta terça-feira (6). A Operação Manus apura atos de corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro envolvendo a construção da Arena das Dunas.

O mandado de prisão foi expedido pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte e é um desdobramento das delações da Odebrecht.

Foto: Reprodução/Novo Jornal

Mais informações a partir das 10h

PGR denuncia Aécio por corrupção e obstrução de Justiça

BRASÍLIA (Reuters) – A Procuradoria-Geral da República denunciou nesta sexta-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) por corrupção passiva e obstrução de Justiça a partir da delação feita por empresários do grupo J&F. O tucano é acusado pelo Ministério Público de ter usado o cargo para defender interesses da J&F, controladora da JBS, em troca do recebimento de propina. Aécio teve uma conversa interceptada na qual pedia 2 milhões de reais a Joesley Batista, um dos donos do grupo e que fez delação premiada. Posteriormente, a quantia exigida pelo senador foi entregue a um primo dele, em ação acompanhada pela Polícia Federal e feita com autorização do STF.

O senador nega as acusações e afirmou ter sido vítima de uma armação montada por Joesley Batista. Quando a conversa veio a público, Aécio disse que tentou vender um apartamento para o empresário para usar parte dos recursos para pagar sua defesa em inquéritos que enfrenta. Segundo o tucano, Joesley se ofereceu para emprestar 2 milhões de reais.

Segundo a denúncia de Janot, desde 2016 até maio deste ano, Aécio tentou impedir e embaraçar as investigações que envolvem a operação Lava Jato ao se esforçar para “selecionar” os delegados que seriam responsáveis pela condução das investigações. O procurador-geral afirma que o senador também atuou nos bastidores do Congresso para aprovar projetos como o de anistia ao caixa 2 e o de abuso de autoridade “com notório viés retaliatório contra autoridades judiciais e agentes públicos de fiscalização e controle”. Na denúncia de 80 páginas, delatores da JBS citam o fato de que houve pagamento indevido de 60 milhões de reais para que os partidos ingressassem na coligação de Aécio à Presidente da República. Em contrapartida, segundo a PGR, o senador usou de sua influência para garantir a liberação de 24,1 milhões em créditos de ICMS devidos a duas empresas do grupo. O relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, ficará responsável por instruir a denúncia criminal. Após essa etapa, a 1ª Turma do Supremo vai decidir se aceita a acusação e transforma ele em réu ou se rejeita a denúncia. Outras pessoas ligadas a Aécio também foram denunciadas: Andréa Neves, irmã do senador, Frederico Pacheco, primo dele, e Mendherson Souza Lima, assessor do senador Zezé Perrela (PMDB-MG). Os três foram presos pela Polícia Federal em 18 de maio. Em nota, o advogado Alberto Toron, que representa Aécio, disse ter recebido com surpresa a notícia do oferecimento da denúncia contra o senador afastado, e disse lamentar o “açodamento” da PGR que, de acordo com o advogado, ofereceu a denúncia sem que diligências importantes, como a perícia em gravações feitas por Joesley, fossem realizadas. “Assim, a defesa lamenta o açodamento no oferecimento da denúncia e aguarda ter acesso ao seu teor para que possa demonstrar a correção da conduta do senador Aécio Neves e de seus familiares”, afirma a nota assinada por Toron.

(Reportagem de Ricardo Brito)

Palácio acusa Janot de ‘irresponsabilidade jurídica e intelectual’

Assessores próximos de Michel Temer acusam o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de “irresponsabilidade jurídica e intelectual” ao afirmar que o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), preso neste sábado, 3, pela Polícia Federal, é o “verdadeiro longa manus” do presidente. A estratégia do Palácio do Planalto, agora, será enfrentar o Ministério Público e o relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.

Para embasar a crítica a Janot, auxiliares de Temer usam uma gravação feita pelo Palácio do Planalto da conversa entre o presidente e o empresário Joesley Batista, dono da JBS.

Segundo eles, a Procuradoria-Geral da República escondeu um trecho da conversa na qual Temer faz a seguinte afirmação a Joesley: “Pode passar pro e-mail dele (Loures); é da minha mais estreita confiança.” Nas versões da conversa que têm sido divulgadas até agora, a palavra “e-mail” aparece como “inaudível”.

Na avaliação do Planalto, Temer não pediria para Joesley enviar um e-mail a Loures para tratar de assuntos impróprios. “Só uma pessoa com irresponsabilidade jurídica e intelectual poderia fazer uma afirmação dessas”, disse um assessor próximo do presidente.

Ao reapresentar no STF o pedido de prisão preventiva de Rocha Loures, Janot o classificou como “homem de total confiança, verdadeiro longa manus do presidente da República, Michel Miguel Elias Temer Lulia”. A expressão em latim significa executor de tarefas.

A prisão de Rocha Loures provocou muita preocupação no Palácio do Planalto. Nos bastidores, a avaliação do governo é a de que há uma parceria entre Janot e Fachin para desgastar o presidente

Em conversas reservadas, assessores do Planalto dizem não acreditar que Rocha Loures incriminará o presidente simplesmente porque “não tem o que delatar”. Afirmam, porém, que tudo está sendo feito pela Procuradoria para pressionar Rocha Loures e “arrancar” uma delação contra Temer.

Por Estadão Conteúdo

Potiguares participam do congresso do PT

O 6° Congresso Nacional do PT aconteceu neste sábado (5) para debater várias pautas a cerca da sociedade brasileira. O deputado Fernando Mineiro, os presidente estadual e municipal do PT, Júnior Souto e Raoni Fernandes e a senadora Fátima Bezerra representaram a delegação do Rio Grande do Norte.

“Em meio a tempos tão difíceis, com o PT vítima de uma campanha violenta de de ódio e de criminalização, nós conseguimos resistir, realizando um Congresso tão grandioso e representativo”, comemorou a senadora Fátima Bezerra.

Reprodução

Inter TV Cabugi promove festival de quadrilhas juninas na Arena das Dunas

O Festival de Quadrilhas da Inter TV Cabugi será realizado paralelamente ao Festival Gastronômico ao longo de dois fins de semana de junho, a partir do dia 16, na Arena das Dunas, em Natal.

O primeiro fim de semana — dias 16, 17 e 18 — será dedicado às quadrilhas estilizadas e o segundo — dias 23, 24 e 25 —, às tradicionais. As apresentações serão realizadas na área externa da Arena, sempre com início às 16h e fim às 23h30, exceto nos dias 16 e 23, quando começam às 17h.

Festival de Quadrilhas vai premiar quatro primeiras colocadas nas categorias estilizada e tradicional (Foto: Cinthia Macedo/Inter TV Cabugi)

MPF pede prisão de Lula e outros seis réus

O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao juiz Sérgio Moro, nesta sexta-feira (3), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros seis réus sejam condenados em regime fechado pelos crimes de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro.

Além disso, o MPF também quer que Moro determine a apreensão de R$ 87.624.971,26. O valor é correspondente ao montante de propinas que foram pagas nos contratos que a OAS firmou junto à Petrobras a agentes públicos.

Segundo informa o G1, o pedido foi apresentado nas alegações finais do processo que apura um suposto pagamento de propina por parte da OAS, por meio da entrega de um apartamento triplex no Guarujá, litoral paulista.

A investigação indica que Lula teria recebido um total de pouco mais de R$ 3 milhões, somando o valor do apartamento e do contrato entre a OAS e a Granero. No entanto, os procuradores pedem que o ex-presidente seja condenado a pagar outros R$ 87 milhões em multas.

Esta é a última fase da ação penal e as defesas têm até 20 de junho para contestar os argumentos do MPF.

Depois que todas as partes apresentarem as alegações finais, o processo volta ao juiz Sérgio Moro e o magistrado deve definir se condena ou absolve os réus.

 

Por Notícia ao Minuto

Em denúncia, Janot relaciona troca de ministro da Justiça à pressão de Aécio e investigados

BRASÍLIA (Reuters) – Em denúncia criminal apresentada nesta sexta-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sugere que a troca do comando do Ministério da Justiça está relacionada à pressão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e de outros investigados.

“Após a deflagração da “Operação Patmos” em 18 de maio de 2017 e a revelação do envolvimento do próprio presidente da República, Michel Temer, em supostos atos criminosos, a pressão do senador Aécio Neves e outros investigados intensificou-se, e Osmar Serraglio foi efetivamente substituído no Ministério da Justiça por Torquato Jardim”, diz Janot na denúncia.

Janot cita também, a partir do relato das gravações de conversas feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, a chamada “solução Temer” como forma de barrar a operação Lava Jato.

A acusação contra Aécio por corrupção passiva e obstrução de Justiça detalha, a partir de interceptações telefônicas do celular do senador autorizados pelo STF, o incômodo dele com o que considera de atuação “omissiva” do então ministro Osmar Serraglio de não “mexer” na Polícia Federal, subordinada à pasta da Justiça.

Em um dos diálogos gravados no dia 19 de abril, Aécio e o senador José Serra (PSDB-SP) conversam sobre a atuação de Serraglio. Serra lhe diz que era preciso ter um ministro da Justiça “forte”, ao que o tucano mineiro respondeu: “eu também acho, sempre achei.”

Na mesma conversa, Serra disse que Aécio, à época presidente do PSDB, poderia mencionar essa situação ao presidente –ele não fala se está se referindo a Michel Temer. “Tudo bem, mas não sei se consigo”, responde Aécio. Os dois, em seguida, ficaram de conversar pessoalmente.

O senador mineiro teve uma série de ligações telefônicas interceptadas em que tentou falar com o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, sobre investigações relacionadas a ele. Para a PGR, esse relato confirma a delação feita pelo empresário Joesley Batista.

“Conforme se depreende da dinâmica de diversas ligações, fica claro o interesse de Aécio na designação de um delegado específico para seus inquéritos”, escreveu Janot na denúncia.

Apesar dessa movimentação, Janot destaca na denúncia que ele não teve sucesso na articulação feita, mas que tal conduta confirma o crime.

“O fato de o denunciado não ter logrado, aparentemente, o seu desiderato não desconfigura o crime de embaraço, pelo menos, em sua modalidade tentada, diante de todo o quadro fático revelado na investigação e demonstrado ao longo desta denúncia”, afirma Janot.

O senador alega que o pretexto para os telefonemas era falar dos interesses da corporação na reforma da Previdência

No rol de testemunhas, Janot chamou Osmar Serraglio e o chefe de gabinete de Aécio, Flávio de Alencastro.

(Reportagem de Ricardo Brito)

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