No próximo dia 16 de maio serão leiloados pelo Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) mais de 70 itens. O edital pode ser consultado (aqui)
Ao todo, serão postos à negociação 75 lotes de imóveis residenciais, comerciais e rurais, automóveis de vários tipos de marcas, além de equipamentos médicos e industriais. Entre eles, estão um apartamento de 289 metros quadrados no Plano Piloto de Brasília, fazendas na região do Seridó potiguar, terrenos na Grande Natal e até o prédio sede da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em Natal, para serem leiloados
Segundo o TRT, o valor arrecadado será destinado ao pagamento de dívidas trabalhistas.
Quase R$ 3 milhões. Esse foi o montante que os três senadores potiguares (Fátima Bezerra, do PT; Garibaldi Alves Filho, do MDB; e José Agripino, do DEM) gastaram da chamada “cota parlamentar” nos últimos quatro anos de mandato, segundo dados disponíveis no portal do Senado Federal. A petista, pré-candidata ao Governo do Estado, teve o mandato “mais caro” até o momento, com mais de R$ 1 milhão em despesas custeadas pela Casa até agora.
Das despesas de Fátima Bezerra, a que mais se destaca são os custos com passagem aérea. Foram R$ 404 mil só com despesas relacionadas a viagens de avião. Ela foi, de longe, a que mais desembolsou recursos públicos com isso. Só em 2015, no primeiro ano de mandato dela, foram R$ 139 mil com passagens aéreas.
O segundo maior gastador do trio potiguar no Senado foi José Agripino, ex-presidente nacional do Democratas. Os últimos quatro anos do mandato dele estão custando R$ 991 mil para os cofres públicos, sobretudo, com a rubrica “locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis”. Nesse quesito, destaca-se a despesa mensal do senador com a Espacial Car Rental LTDA, que custam ao Senado R$ 6,8 mil todos os meses.
O mais “econômico” foi o presidente estadual do MDB, Garibaldi Alves Filho, que deve ser candidato a reeleição neste ano (assim como Agripino; Fátima tem mais quatro anos no Senado). Dos R$ 869 gastos por ele da cota indenizatória, boa parte foi neste ano, quando o senador desembolsou, em menos de quatro meses, R$ 125 mil – apenas R$ 70 mil a menos do valor gasto por ele durante todo o ano de 2016.
E das despesas do senador emedebista, chamaram mais a atenção a “contratação de serviços de apoio ao parlamentar”, que consumiu R$ 68 mil em apenas quatro meses. Só gastos relacionados a redes sociais (apresentação de dados, mapeamento de redes e produção de textos), o senador desembolsou R$ 17,5 mil em março.
Na segunda (23) perdeu a validade a medida provisória (MP) com ajustes sobre a nova lei trabalhista por não ter sido aprovada pelos parlamentares. A nova lei entrou em vigor em novembro do ano passado.
O governo não enviará ao Congresso projeto de lei ou medida provisória (MP). Portanto, não haverá mudanças no texto aprovado no ano passado pelo Congresso com as novas regras trabalhistas.
“Não vai ter PL e nem MP, não existe clima para isso. A lei vai valer na integralidade. O que governo pode fazer é esclarecer alguns pontos que já estão nela. Não vai ter aprimoramento ou inovação”, disse Rogério Marinho, relator da proposta.
A maior emissora pública do Brasil, a TV Cultura agora pode ser sintonizada por toda a população do Rio Grande do Norte. O sinal aberto está retransmitindo pela TV Futuro desde o dia 11 de dezembro.
O RN era um dos últimos estados que ainda não retransmitia seu sinal na TV aberta.
A nova afiliada exibe o conteúdo da emissora em HD na região da Grande Natal e opera pelo canal 14.1 UHF, além operar também em canais por assinatura como, Net e Cabo Telecom.
É considerada a principal emissora pública do Brasil e o segundo canal de maior qualidade do mundo, atrás apenas da BBC One, segundo pesquisa do instituto britânico Populus.
Os personagens dos quadrinhos da Turma da Mônica vão também se transformar num espetáculo circense com a criação do Circo Turma da Mônica. O projeto foi oficializado e tem parceria com Dedé Santana, ex-Globo.
A produção e a direção geral do espetáculo ficam sob responsabilidade do filho de Maurício, Mauro Sousa, e terá Dedé como mestre de cerimônia que acompanhará todas as apresentações, interagindo com a turma.
A estreia está prevista para acontecer em junho na capital paulista. Depois, o circo percorrerá por mais dez capitais, dentre elas Natal.
Dedé Santana, Mauricio de Sousa, Rodrigo Robleño, Mauro Sousa e os personagens da Turma da Mônica (Reprodução/Divulgação)
Veja o trecho da reportagem de Sônia Bridi, exibida no Fantástico de ontem sobre segurança pública, que mostra o presídio de Alcaçuz depois de reformado.
A reportagem, que abordava várias situações em outros pontos do Brasil, apontou o que o Brasil precisa fazer para vencer o crime. Por Thaisa Galvão
Pelo terceiro ano consecutivo, o Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN) apoia as ações de educação e conscientização ambiental do Parque da Cidade. A instituição mais uma vez patrocinará a identificação visual dos projetos de Educação Ambiental do Parque da Cidade.
Este ano, pelo menos cinco projetos já estão em execução no local. São eles: Mostra fotográfica em alusão ao centenário de Dom Nivaldo Monte, patrono do Parque; projeto de recuperação de áreas degradadas com plantio de mudas de vegetação nativa; Mostra “Conhecendo a história da Terra”, com 20 painéis contando, através de textos e imagens, a evolução do planeta; Sistema Solar no Parque e o projeto Relógio Solar.
“O UNI-RN tem se consolidado como uma instituição vocacionada para a sustentabilidade. Temos, aqui, vários projetos voltados à preservação e respeito ao meio ambiente. E isso tem repercutido até mesmo fora do Brasil. Este ano, o nosso Programa UNI-RN Sustentável recebeu, mais uma vez, o certificado do UI GreenMetric Ranking 2017, promovido pela Universidade da Indonésia. O UNI-RN alcançou a 137ª posição no ranking mundial e 1° lugar no ranking nacional, entre as instituições privadas de ensino superior”, destaca o professor Daladier.
O reitor do UNI-RN, professor Daladier Pessoa Cunha Lima, e o gestor do Parque da Cidade, Carlos Eduardo Pereira da Hora. Foto: Ilustração
Onze municípios do Rio Grande do Norte tem o câncer como a principal causa de morte, e a estimativa é que a situação se agrave nos próximos anos. O quadro foi apontado pelo Observatório de Oncologia do movimento Todos juntos contra o Câncer em parceria com o Conselho Federal de Medicina, com base em números do Sistema de Informações da Mortalidade.
Os dados foram apresentados na segunda-feira (16), e mostram que o RN está em segundo lugar no ranking de estados nordestinos com mais cidades onde o câncer é a principal causa de morte.
Para o superintendente da Liga Norte-rio-grandense contra o Câncer, Ricardo Curioso, o levantamento prova que o perfil de mortalidade tem mudado no Rio Grande do Norte. “O câncer está começando a ganhar o primeiro lugar entre as causas naturais. É uma preocupação muito grande, pois a população está vivendo mais e o câncer costuma acometer as pessoas após os 50 anos de idade”, diz Ricardo.
Foto: Ilustrativa
LISTA DE MUNICÍPIOS ONDE O CÂNCER É PRINCIPAL CAUSA DE MORTE (CASOS EM 2015)
São José do Campestre – 18 Messias Targino – 9 Ouro Branco – 7 Senador Elói de Souza – 7 Rafael Fernandes – 7 Parazinho – 7 Serrinha dos Pintos – 6 Pilões – 6 Pedra Grande – 5 Taboleiro Grande – 2 Santana do Seridó – 2
Entre janeiro e dezembro de 2017, as empresas instaladas no Rio Grande do Norte, que atuam na área da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), investiram mais de R$1,2 bilhões na economia. Os dados são do Ministério da Integração Nacional.
A aplicação desse dinheiro se deve, principalmente, aos incentivos fiscais concedidos a esses empreendimentos. Ao todo, no período analisado, foram 22 solicitações de empresas potiguares. Esses benefícios também são oferecidos aos estados do Norte do país por meio da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Recentemente, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou o PLS 656/2015 que, entre outras coisas, prevê a prorrogação da concessão desses benefícios fiscais até 2023. A lei atual determina que os benefícios durem até dezembro deste ano.
A matéria, de relatoria do senador Armando Monteiro (PTB-PE), prevê a redução de 75% do Imposto de Renda para empresas que fazem parte, tanto da Sudene como da Sudam. Além disso, o parlamentar defende que essas empresas possam usar, como capital de giro, metade do valor que estiver aplicado como reinvestimento no Banco da Amazônia ou no Banco do Nordeste.
De acordo com Ministério da Integração Nacional, no Rio Grande do Norte, foram gerados e mantidos 12.309 empregos por meio da obtenção desses benefícios, em 2017.
O PLS 656/2015 é de autoria do senador Eunício Oliveira (MDB-CE). Na Comissão de Assuntos Econômicos o texto foi aprovado com 14 votos favoráveis e nenhum contrário. Como estava em caráter terminativo, a matéria segue direto para análise da Câmara dos Deputados.
Advogados de acusados ou mesmo condenados que têm casos em análise na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) já não escondem mais a preocupação com a mudança na composição do colegiado a partir de setembro.
Isso porque Cármen Lúcia voltará a integrar a turma no lugar de Dias Tofolli – o ministro a sucederá na presidência do STF a partir de setembro.
A avaliação é que a substituição mudará o perfil “garantista” da Segunda Turma, que tem concedido habeas corpus para vários políticos investigados na Operação Lava Jato, como o ex-ministro José Dirceu.
Advogados costumam torcer para que o caso de seus clientes seja analisado na Segunda Turma, já que a Primeira costuma se posicionar de forma oposta em processos semelhantes.
Atualmente, esse perfil garantista da Segunda Turma tem sido respaldado principalmente nos votos dos ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e do próprio Toffoli. Em questão penal, os três têm demonstrado afinidade nas decisões.
O Som sem Plugs está de volta e já com trabalho exclusivo para entregar ao público. Na próxima segunda-feira (23), o projeto que se tornou referência no Estado do Rio Grande do Norte quando o assunto é musicalidade e cultura potiguar, lança, via web, o videoclipe da música “Terra Pura” da cantora e compositora, Ângela Castro. O material estará disponível no site, nas redes sociais e no canal do YouTube do Som sem Plugs.
Com 15 anos de carreira, a cantora, compositora e também produtora, Ângela Castro defende e prioriza a música autoral em todos os projetos musicais dos quais participa ou participou (Rosa de Pedra, Bando das Brenha e Orquestra Greiosa). Atualmente, ela se dedica ao seu primeiro trabalho solo, Buena Onda, em parceria com o produtor musical do álbum, Gabriel Souto, e grandes músicos do RN como Ricardo Baya, Tiquinha Rodrigues e Khrystal. Buena Onda traz beats eletrônicos, dub, rock, afrobeat e outros estilos musicais.
Para a produção do audiovisual, a equipe do Som sem Plugs ousou e montou os equipamentos para a filmagem nas instalações do Norte Pesca, localizado na rua Chile, com vista para o imponente Rio Potengi que serviu como plano de fundo natural ao clipe. Entre os músicos que acompanham a artista nessa produção, estão: Gabriel Souto (baixo e produção musical), Zé Caxangá (guitarra e teclado), Sílvio Franco (bateria), além do trio de metais composto por Gilberto Cabral (trombone), Isaque Santos (saxofone) e Vandinho Trompete (trompete).
Marque na sua agenda. Na segunda-feira (23) dê o play e aumento o volume em “Terra Pura”. Acompanhe o projeto. Vem muita novidade por aí! A temporada 2018 do Som sem Plugs tem o patrocínio da Cosern, grupo Neoenergia, através da Fundação José Augusto – FJA e a Lei Câmara Cascudo de Incentivo à Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Norte.
O mercado literário brasileiro ganhará um novo serviço de assinatura de livros. A Livraria Leitura irá lançar o Clube Leitura – o primeiro clube de assinaturas de uma rede de livrarias. A partir do dia 24 de abril, os leitores poderão fazer as assinaturas através do site www.clubeleitura.com.br.
O serviço vai levar aos assinantes, que receberão em casa, todos os meses um kit com até três exemplares de livros especialmente selecionados por alguns dos mais importantes nomes da literatura do nosso país, os consultores literários Ana Maria Machado, Leila Ferreira, Paula Pimenta e Menalton Braff.
Outro diferencial é o potencial de levar literatura de qualidade para toda a família, pois é o único serviço do país que oferece um pacote completo que engloba obras da literatura infantil, adulta e do segmento young adult. Os leitores poderão escolher entre as opçõesClube Leitura Kids & Teens, Clube Leitura Adulto e Clube Leitura Família.
Para Marcus Teles, Presidente da Livraria Leitura, “o Clube Leitura pretende potencializar todo tipo de vivência que um livro pode proporcionar: conhecer autores novos, expandir as fronteiras, os hábitos literários e até mesmo aproximar pais e filhos, por meio do compartilhamento do prazer de ler”.
Durante duas décadas, de 1994 a 2014, a política brasileira viveu uma polarização entre PT e PSDB. Nas seis eleições presidenciais que ocorreram neste intervalo, não havia nem discussão: partidos de esquerda se aglutinavam em torno do PT, sob os auspícios de Lula, e a centro-direita se agrupava em torno do PSDB. E houve, sempre, um bloco que oscilava entre um e outro, de acordo com o soprar do vento eleitoral. Esta era acabou.
Com a prisão de Lula e o desgaste que se abateu também sobre o PSDB na segunda fase da Lava Jato, ainda que os dois partidos consigam repetir em outubro o segundo turno que disputaram desde 2002, a polarização não é mais evidente nem as formações de blocos serão tão simples.
Nenhuma das duas siglas parece se dar conta com clareza de que a hegemonia que exerceram não existe mais. Lula está preso, o PT não tem quem o substitua, mas ainda assim hesita em buscar de forma mais sistemática (e humilde) uma aliança de centro-esquerda que permita ao partido tentar virar o disco riscado do “golpe” e almejar algum futuro.
Da mesma forma, o PSDB parece aquele rico quatrocentão que já perdeu tudo, hipotecou a mansão, penhorou as joias, não é convidado para os jantares do jet set, mas não perde a pompa.
Geraldo Alckmin patina nas pesquisas. Pior: não consegue encaixar um discurso que empolgue eleitores, potenciais aliados e nem mesmo seus correligionários. Insiste em “jogar parado”, com uma certeza fundada no passado de que DEM, PSD e outros satélites acabarão se juntando à sua coalizão por alguma força divina ou da natureza.
Acontece que tudo conspira para que os partidos deixem seus balões de ensaio de candidatura própria no ar por mais tempo em 2018: o raquitismo de Alckmin nas pesquisas, a falta de grana dos grandes partidos para atrair os menores com promessas de rachar as campanhas e o calendário que empurrou as convenções para depois da Copa da Rússia.
Antes de fechar uma aliança, Alckmin enfrentará pesquisas provavelmente não animadoras, a iminente decisão do STF que deve tornar Aécio Neves réu, a provável prisão de Eduardo Azeredo e a proposital ambiguidade de João Doria quanto à possibilidade de substituí-lo como candidato. As chances de tal troca acontecer são remotas, uma vez que Alckmin comanda a máquina partidária, mas sua simples recorrência já serve para fragilizar a candidatura do ex-governador.
O PSDB, o quatrocentão decadente, precisa chamar os novos ricos da centro-direita e abrir uma conversa mais realista. Se não o fizer, candidaturas hoje dadas como especulações podem se tornar fato consumado. Por que Álvaro Dias desistiria de concorrer? Ele trocou o PSDB pelo Podemos, ainda tem quatro anos no Senado e pouco a perder.
Rodrigo Maia dá sinais de que pode desistir. Mas digamos que Raquel Dodge ofereça a terceira denúncia contra Michel Temer e, desta vez, a Câmara acate a abertura de processo. O presidente da Câmara vira presidente da República e a candidatura se torna impositiva. Flávio Rocha fez uma festa para se afastar do comando da empresa. Está disposto a se auto-financiar. Tem o exército do MBL em sua infantaria. Que estímulo terá para recuar e apoiar Alckmin?
Enquanto Alckmin atravessa o deserto sem a água das alianças e o PT acampa em Curitiba mais perdido que barata tonta, Jair Bolsonaro vai consolidando sua candidatura: define a pauta sem ser admoestado pelos adversários, escolhe as tribunas nas quais vai falar, evitando todas as que sejam minimamente incômodas, e galvaniza na percepção de que pode mesmo estar a caminho do 2º turno.
PT e PSDB terão de descer do salto se quiserem dar sobrevida à final de campeonato que estão acostumados a disputar. A polarização automática acabou.
A remuneração média do trabalhador da indústria com diploma universitário é cerca de 35% maior que em outros setores de trabalho no Brasil. Enquanto a média geral do salário da população com diploma universitário é de R$ 5.476, nas empresas ligadas ao setor industrial ele chega, em média, a R$ 7.374. Esses dados fazem parte de um levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), durante audiência publica no Senado Federal.
Entre os trabalhadores com pelo menos o ensino médio completo, a remuneração na indústria é maior. Na média geral, os salários pagos no país são de R$ 1.989, enquanto na indústria chegam a R$ 2.291.
A demanda pela formação do ensino técnico e profissional no país cresce a cada ano, à medida que o parque industrial e tecnológico brasileiro vem se aperfeiçoando. Diante disso, a procura por profissionais nas áreas de tecnologia tem sido grande, o que faz também com que as empresas ofereçam salários mais atraentes.
O SENAI, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, é a principal instituição de formação de mão de obra para a indústria e já capacitou mais de 73 milhões de brasileiros desde 1942.
O senador Armando Monteiro, do PTB de Pernambuco, acredita que o Sistema S desempenha um papel institucional competente ao longo de mais de 70 anos justamente por se atualizar e acompanhar os avanços industriais.
“Foi graças ao papel dessas instituições que o Brasil pode se transformar e de ter hoje a maior plataforma manufatureira da América Latina. Nós temos a mais vigorosa, a mais expressiva, a mais diversificada indústria da América Latina”, afirma o congressista.
A indústria emprega no Brasil cerca de 9,6 milhões de pessoas e é responsável pela participação de 21% do emprego formal no Brasil.
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) abriu um inquérito para investigar o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) por improbidade administrativa.
Assinado pelos promotores Otávio Ferreira Garcia, Nelson Luis Sampaio de Andrade e Marcelo Camargo Milani, o inquérito vai apurar se houve o pagamento, pelo grupo Norberto Odebrecht, de “vantagem indevida ao ex-governador Geraldo Alckmin, com a participação de Adhemar César Ribeiro [cunhado de Alckmin] e de Marcos Antonio Monteiro [que coordenou financeiramente a campanha de Alckmin], a título de caixa 2, sem regular declaração à Justiça Eleitoral”. A suspeita é que Alckmin tenha deixado de declarar R$ 2 milhões para a Justiça Eleitoral na campanha de 2010 e R$ 8,3 milhões na campanha de 2014.
São Paulo – O governador Geraldo Alckmin anunciou o adiamento da reorganização escolar, a coletiva foi realizada no Palácio dos Bandeirantes. (SECOM/ Gov.de SP)
Por meio de nota, a assessoria do ex-governador informou que “vê a investigação de natureza civil com tranquilidade e está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos. Não apenas por ter total consciência da correção de seus atos, como também por ter se posicionado publicamente contra o foro privilegiado”, diz a nota. “Registre-se que os fatos relatados já estão sendo tratados pela Justiça Eleitoral, conforme determinou o Superior Tribunal de Justiça”.
A assessoria de imprensa da Odebrecht informou que “está colaborando com a Justiça no Brasil e nos países em que atua”.
“[A Odebrecht] Já reconheceu os seus erros, pediu desculpas públicas, assinou um acordo de leniência com as autoridades do Brasil, Estados Unidos, Suíça, República Dominicana, Equador, Panamá e Guatemala, e está comprometida a combater e não tolerar a corrupção em quaisquer de suas formas”, disse a construtora.
Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil