O novo presidente do Legislativo, vereador Paulinho Freire (PSDB), vai suceder o vereador Raniere Barbosa (AVANTE). Ele tomou posse na tarde desta terça-feira (1º), para o biênio 2019-2020.
“Chegou a hora da Câmara ampliar sua parcela de contribuição à sociedade, trazendo grandes debates e aprovando leis que venham a melhorar a vida da população, discutindo assuntos que se transformem em ações. Queremos flexibilizar o acesso das pessoas para que visitem mais, debatam conosco e tragam suas ideias criando esse fórum de discussões”, declarou. O novo presidente se disse emocionado com a responsabilidade que se repete pela terceira vez na sua vida pública. “Mesmo com toda a experiência na vida pública, eu tenho a Câmara Municipal como uma referência muito grande na minha vida e assumo sentindo a mesma emoção da primeira vez que fui empossado presidente desta Casa”, discursou.
Ao tomar posse como presidente nesta terça-feira (1º), Jair Bolsonaro discursou duas vezes em Brasília, uma no Congresso e outra no parlatório do Palácio do Planalto. Ele é o 38º presidente do Brasil com 57.666.176 de votos.
Jair fez seu primeiro discurso oficial à Nação brasileira com palavras próprias e em seguida começou a ler seu pronunciamento.
“E me coloco diante de toda a nação, neste dia, como o dia em que o povo começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto”, disse.
Como uma das promessas de seu governo, o presidente afirmou que o País vai priorizar a educação básica, diminuindo a desigualdade social. “Temos que nos espelhar em nações que são exemplos para o mundo e que, por meio da educação, encontraram o caminho da prosperidade”, afirmou.
Bolsonaro encerra discurso dizendo que a bandeira do Brasil jamais será vermelha: “a nossa bandeira nunca será vermelha. Só será vermelha se precisar do nosso sangue para mantê-la verde e amarela”.
O evento Não houve decepção entre as 115 mil pessoas presentes, número divulgado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República. Eles viram Bolsonaro e Mourão serem empossados no Congresso, andar de carro aberto no tradicional Rolls Royce, saudar a população vestida majoritariamente de verde e amarelo, receber a faixa presidencial de Michel Temer e mostrar, em dois discursos, as prioridades da nova gestão.
Com a chegada de 2019, os Estados Unidos e Israel oficializaram sua
saída da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a
Cultura (Unesco).
A decisão de deixar a instituição,
que faz parte do sistema das Nações Unidas, foi anunciada em 2017, mas
ganha efeito concreto a partir de hoje (1º). De acordo a rede pública
alemã Deutsche Welle, os governos dos dois países justificaram a decisão
citando o que alegam ser um viés contrário a Israel e suas políticas
adotado pela organização.
Na ocasião do anúncio, o governo dos Estados Unidos divulgou comunicado
mencionando o que chamou de “viés contínuo anti-Israel da Unesco” e a
“necessidade de reformas na Instituição”. No comunicado, a administração
Trump disse que continuaria acompanhando os trabalhos do órgão, mas na
condição de observador não membro.
Logo após a notícia, a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova,
lamentou a decisão. “No momento em que a luta contra o extremismo
violento exige um renovado investimento na educação, no diálogo entre as
culturas para evitar o ódio, é profundamente lamentável que os Estados
Unidos se retirem da agência das Nações Unidas que lidera essas
questões”, disse, em comunicado oficial.
A controvérsia entre as duas nações e a instituição vem desde o
início da década. Em 2011, a Unesco reconheceu a Palestina como Estado
independente. Naquele ano, os Estados Unidos pararam de repassar as
cotas como Estado-membro. Desde então, o país está na condição de
integrante da Unesco, mas sem exercício de voto por não contribuir
financeiramente com a instituição.
Segundo a Deutsche Welle, o governo de Israel também reduziu os repasses de recursos às Nações Unidas, especialmente após decisões da Unesco relacionadas a locais reconhecidos como patrimônios do povo palestino.
O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto em que estabelece que o
salário mínimo passará de R$ 954 para R$ 998 este ano. O valor já está
em vigor a partir de hoje (1º). Foi o primeiro decreto assinado por
Bolsonaro, que tomou posse nesta terça-feira.
O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União, assinado por Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Michel Temer embarcou no fim da tarde de hoje (1º) com a mulher Marcela para a capital paulista. Ele e a família voltam a morar em São Paulo, na casa que possuem no bairro de Pinheiros.
Ele afirmou ainda, em suas últimas entrevistas, que não ocuparia cargos públicos e que pretendia se dedicar a escrever livros e, eventualmente, pareceres jurídicos.
Michel Temer passa a faixa presidencial para o novo presidente, Jair Bolsonaro – Marcelo Camargo/Agência Brasil
Durante o discurso de posse, a nova primeira-dama do país, Michelle Bolsonaro, e o novo presidente do país, Jair Bolsonaro, levaram o público ao delírio.
Antes de terminar o discurso, Michelle agradeceu ao “amado esposo” e o beijou, incentiva pelo público.
Michelle e Jair Bolsonaro na posse presidencial (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Durante a posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), a nova primeira-dama, Michelle Bolsonaro, roubou a cena. Ela discursou, em libras, no parlatório antes do marido.
Michelle quebrou o protocolo e levou o público ao delírio ao fazer, em libras, um discurso próprio direcionado às pessoas com deficiência.
“Gostaria de modo muito especial de dirigir-me à comunidade surda, às pessoas com deficiência e a todos aqueles que se sentem esquecidos. Vocês serão todos valorizados e terão seus direitos respeitados”, discursou.
Uma tradutora “leu” o discurso preparado por Michelle, e se emocionou em alguns trechos. É a primeira vez na história que uma primeira-dama se manifesta no cerimonial.
Primeira dama Michelle Bolsonaro faz discurso em libras durante cerimônia de posse. Vídeo: Band Brasil/Reprodução
O desembargador João Batista Rodrigues Rebouças tomará posse como
presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte no dia 7 de janeiro de 2019, às 18h, no novo Centro de Convenções, na Via Costeira de Natal. Antes da sessão solene de posse, João Rebouças concederá entrevista coletiva à imprensa, às 17h30, no próprio local.
Pela manhã, as atividades referentes à posse do novo dirigente do Poder
Judiciário do Rio Grande do Norte serão iniciadas com a missa, a ser
celebrada às 9h, na Catedral Metropolitana, na Avenida Deodoro da
Fonseca.