A Câmara Municipal de Natal convocou uma sessão extraordinária para a
próxima quarta-feira (23) para discutir dois projetos de Lei
Complementar encaminhados pelo Executivo Municipal e dois projeto da
Mesa Diretora da Casa.
A convocação foi publicada no Diário Oficial do Município desta
sexta-feira (18). A sessão começa às 11 h e segue até o encerramento dos
trabalhos, para apreciação e votação das matérias. “A Câmara Municipal
está sempre pronta para atender sua principal prerrogativa, que é servir
à população. Então, essa convocação extraordinária será mais uma
oportunidade de nos reunirmos para analisarmos as pautas de interesse do
povo natalense”, explica a presidente interina da Câmara, vereadora
Nina Souza (PDT).
Na pauta está oProjeto de Lei Complementar nº 001/18,
oriundo do Chefe do Executivo, que “Institui no Município do Natal o
tratamento diferenciado e favorecido às Microempresas e Empresas de
Pequeno porte, aos Microempreendedores Individuais e empreendimentos
econômico solidários, revogando a Lei Municipal nº 6.025/2009 e
alterando a Lei Complementar nº 055/2004 (Código de Obras), bem como a
Lei nº 4.885/1997 (que trata do Relatório de Impacto sobre o Tráfego
Urbano – RITUR)”.
Também de autoria do Executivo será votada alteração à Lei Complementar nº 157/2016, que trata da estruturação da Carreira Médica do Município e regulamentação das gratificações específicas da categoria.
Da Mesa Diretora serão apreciados o Projeto de Decreto Legislativo nº 001/19,
para alterar o valor a ser usado com incentivo cultural da Lei Djalma
Maranhão de Incentivo à Cultura, tendo como referência a previsão
orçamentária da receita proveniente do ISS e IPTU, regulamentando assim o
Parágrafo 4º do Artigo 2º, da Lei nº 4.838/1997, alterada pela Lei nº
5.323/2001. O outro Projeto de Resolução da pauta é o de nº 001/19 que altera o Regimento Interno da Câmara Municipal do Natal, reorganizando a estrutura de suas Comissões Permanentes.
Do O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (22), no Twitter, que ministros e representantes do governo estão viajando pelo Brasil para levantar os problemas de responsabilidade da administração pública. Bolsonaro está em Davos, na Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial.
“Ministros e outros representantes do governo estão percorrendo o
Brasil nestes primeiros dias para mapear e procuramos sanar muitos
problemas de responsabilidade da administração pública e como
derivaremos nos próximos passos, como mostrados neste e em tweets anteriores!”, escreveu na rede social.
Na mensagem, Bolsonaro divulgou um vídeo do ministro da Saúde, Luiz
Mandetta, no Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista, ao lado da equipe
de plantão. Mandetta integrou uma comitiva interministerial que esteve na semana passada no estado para verificar as ações de assistência aos refugiados venezuelanos no âmbito da Operação Acolhida do governo federal.
“Hospital público com muita dificuldade, gestão clínica insuficiente,
muita gente na maca, muita gente esperando exame, índice de mortalidade
alto. Este é o típico hospital que a gente vai ter que trabalhar muito
para reverter. Fica aqui o meu respeito ao corpo clínico que está
trabalhando em condições não corretas de trabalho e também aqui o meu
respeito à população que não está tendo atendimento na altura do que ela
merecia”, disse o ministro no vídeo.
“Vamos trabalhar para ver se a gente transforma essa realidade. Hoje, a visita surpresa foi aqui em Boa Vista, Roraima. Que isso sirva para todos os hospitais brasileiros. Daqui a pouco eu passo aí no seu”, completou Mandetta.
O senador eleito pelo RN encontrou a Banda Grafith ensaiando em Pirangi e aproveitou para soltar o swing
Senador eleito pelo Rio Grande do Norte, Styvenson Valentim postou em
suas redes sociais um vídeo em que esbanja alegria cantando com a Banda
Grafith. O detalhe é que o senador estava sem camisa. Isso gerou, ao
mesmo tempo, frisson e polêmica, nas redes sociais.
Muitos defendem o senador alegando que ele tem o “direito” de se
divertir. Outra parcela dos internautas critica e denuncia que Styvenson
precisa começar a se portar como Senador e se dedicar a resolver os
problemas do Estado. E você o que acha?
O vídeo viralizou por mostrar o senador com os músculos à mostra, dançando e cantando “Me chama de my love”. O fato de estar aproveitando o veraneio como um autêntico ‘grafiteiro’ não desabona o Senador. Mas as críticas que recaem são pelo fato de não ter aparecido para discutir problemas do estado.
Styvenson Valentim e Banda Grafith / Foto | Reprodução
A caneta do decreto de calamidade financeira assinada pela governadora Fátima Bezerra pesou sobre os que pretendem tirar licença-prêmio por assiduidade – que é o afastamento remunerado do servidor como recompensa à sua assiduidade no trabalho.
Bom, com o decreto publicado hoje (22), estão suspensas o gozo e o
pagamento em dinheiro para licença-prêmio nas administrações públicas
Direta, Indireta e Fundacional do Rio Grande do Norte. Até 31 de
dezembro.
Salvo os servidores que tenham implementado os requisitos para
aposentadoria voluntária ou que completem os requisitos para
aposentadoria compulsória no exercício de 2019.
Juiz determinou melhorias na ponte Newton Navarro, cartão-postal de Natal (Foto: Canindé Soares)
O Estado do Rio Grande do Norte foi condenado a pagar à Construbase
Engenharia Ltda. e à Construtora Queiroz Galvão S.A. a quantia total de
R$ 17.608.151,32 como adimplemento de parte das contraprestações
pecuniárias impostas ao estado em relação ao Contrato de nº
072/2004-SIN, firmado entre as empresas e o Executivo, por intermédio da
Secretaria de Infraestrutura, para a edificação das obras relativas à
construção da ponte Forte-Redinha (Ponte Newton Navarro), em Natal.
O valor referente à execução de obras para a construção da nova ponte
sobre o Rio Potengi, na cidade de Natal, mediante o regime de empreitada
por preço unitário, é composto por: R$ 14.950.359,40, a título de valor
principal dos serviços executados; R$ 2.103.515,57, referente a
reajuste do valor das referidas prestações; e de R$ 554.276,35, de
correção monetária do reajuste.
Segundo as empresas de construção civil, o cumprimento das obrigações
cabíveis a elas, consistente na entrega das obras contratadas, foi
ultimado e atestado pelo estado do Rio Grande do Norte. Porém, o estado
não honrou o pagamento das quantias devidas. A sentença é do juiz Bruno
Montenegro Ribeiro Dantas, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal.
Alegações das empresas e do estado
Na ação judicial, as construtoras alegaram que depois de sagrar-se
vencedor dos processos licitatórios nº 92617/2004-SIN e 157526/2004-SIN,
o Consórcio formado pelas autoras celebrou com o Estado, por intermédio
da Secretaria de Infraestrutura, o Contrato de nº 072/2004-SIN, “cujo
objeto era a execução de obras para a construção de uma ponte sobre o
Rio Potengi, na cidade de Natal, mediante o regime de empreitada por
preço unitário”.
Afirmam que tal acordo foi alvo de 15 Termos Aditivos. Neste, o Estado
comprometia-se a pagar ao contratado, originariamente, o valor global de
R$ 137.376.986,15, quantia que, após os referidos aditivos, veio a
atingir, em valores históricos, o patamar de R$ 194.178.122,84.
Ressaltaram que adimpliram todas as obrigações contratadas. Asseguraram
que o Estado não honrou as contraprestações que lhe cabiam.
O estado afirmou que a cobrança das construtoras é inconsistente, uma
vez que, nos cálculos anexados, não há demonstrativo detalhado de como
foi obtido o montante final exigido; em face disto, disse que o direito
ao crédito pode existir, porém o direito à quantia postulada não ficou
comprovado, o que, consequentemente, afasta a pretensão encartada na
ação judicial, diante do desatendimento do ônus probatório dos autores.
Argumentou que somente pode praticar os atos previstos em lei, de modo
que recomendada a suspensão dos pagamentos e seus atos inerentes, pelo
Tribunal de Contas da União – TCU, cujo entendimento é partilhado pelo
órgão jurídico de representação judicial e extrajudicial estadual, não
poderá o réu “afrontá-los, agindo ao arrepio das posições postas em
contrário, exaradas por entes dotados de competência sobre a matéria”.
O Estado também sustentou que considera ausente o cálculo detalhado do
montante pleiteado, defendeu a inconsistência do valor postulado e,
desta forma, a inviabilidade jurídica da pretensão das construtoras. Por
isso, pediu pela improcedência do pedido inicial.
Medições
Ao analisar notas fiscais anexadas ao processo, o magistrado constatou
que as quantias relativas aos serviços executados pelas empresas atingem
a soma de R$ 17.053.874,97, correspondente ao valor das prestações
fornecidas, acrescido do reajuste contratualmente fixado, os quais se
objetivam, respectivamente, das quantias de R$ 14.950.359,40 e de R$
2.103.515,57, a qual é objeto da cobrança das construtoras para uma das
medições feitas para se apurar tais valores.
Ele entendeu que o direito ao crédito das empresas e o seu respectivo
valor realmente decorrem do contrato firmado com o estado, descabendo a
este último, pois, alegar a ausência de comprovação daqueles. “Este
entendimento salvaguarda os princípios constitucional-administrativos da
moralidade, da legalidade e do equilíbrio econômico-financeiro.
Portanto, parte do valor postulado, especificamente o relativo à Medição
nº 27, deve ser pago aos requerentes”, ponderou.
Apesar do que foi decidido, o juiz realçou que não desconhece as
dificuldades econômicas e o cenário de crise ora vivenciados pelo Estado
do Rio Grande do Norte. E assinalou: “O assunto finda saindo da esfera
de qualquer fulanização e os casos como este, em análise, passam a ser
apenas um ponto de fundo e assume contornos de amplíssimo interesse da
sociedade”.
Bruno Montenegro finalizou afirmando que “O certo é que não se pode
ignorar a escassez de recursos públicos, o que não significa compactuar
com exageros que, sem utilidade real, obstam o progresso, a circulação
de bens e a própria remuneração daqueles que celebram negócios com o
Poder Público, subvertendo a integridade do sistema”.
Uma concessionária e uma fabricante de veículos foram condenadas a
restituírem a quantia de R$ 47.900,00 a uma cliente em razão de ter sido
ultrapassado o prazo legal para o conserto de um automóvel adquirido à
empresa sem que ela e a fabricante tivessem solucionado o imbróglio,
privando a consumidora de usufruir seu bem.
Elas também foram condenadas ao pagamento de indenização por danos
morais no valor de R$ 10 mil, mais juros e correção. A sentença
condenatória foi do juiz Antônio Borja de Almeida Júnior, da 1ª Vara da
Comarca de Apodi.
A consumidora moveu ação judicial contra a Socel Comércio de Veículos
Ltda. e Volkswagem do Brasil Indústria e Veículos Automotores Ltda.
narrando que, no dia 15 de setembro de 2015, comprou o veículo Novo Fox
Rock In Rio 1.6 MD, no valor de R$ 47.900,00, mas, ao decorrer menos de
90 dias, o carro apresentou vícios na direção e outros, embora tivesse
2400 Km rodados.
Ela afirmou que, no dia 07 de dezembro de 2015, levou o automóvel para a
Socel para fins de averiguação, e, assim, foi informada de que deveria
deixá-lo lá para que fosse realizado o conserto. Relatou que, decorridos
35 dias, buscou informações sobre a reparação do veículo, mas soube que
não havia previsão. Ao tentar novamente, após 54 dias, foi cientificada
de que a peça necessária ao conserto não havia chegado.
Depois de 100 dias, sem a devolução do automóvel, a consumidora somente recebeu um telegrama falso, informando sobre a reparação do bem, contudo, ao chegarem na concessionária, se constatou que ainda estava aguardando o conserto. Assim, requereu que as empresas rés sejam condenadas a restituir a quantia paga, equivalente a R$ 50.242,37, bem como a pagar o valor de 15 salários-mínimos, a título de danos morais.
Decisão
No caso, considerou que está evidente que a conduta perpetrada pela
concessionária e fabricante foi ilícita, pois observou que o automóvel
da consumidora foi entregue perante a concessionária em 7 de dezembro de
2015, conforme comprovante anexado aos autos. Além do mais, considerou
que a própria Socel confirmou na contestação que, ao realizar a
vistoria, havia constatado que o carro da cliente estava com defeito na
caixa de direção, necessitando da substituição da peça, fato este que
foi ratificado em audiência pela preposta da empresa e também pelo
funcionário do estabelecimento.
“Do bojo probatório, nota-se que a autora buscou diversas vezes as
demandadas com o fito de resolver a problemática, tendo inclusive
apresentado o número do protocolo de atendimento (nº 1034915), sem ter
alcançado o conserto do carro no prazo legal, estando sem o seu bem até a
presente data”, comentou.
Para ele, embora a concessionária tenha alegado que fez a reparação do
veículo, tendo inclusive o seu funcionário afirmado que o carro estava
pronto em janeiro de 2016, não há provas da devolução do bem à cliente
no prazo legal e, muito menos, demonstração de que esta tenha se negado a
recebê-lo, fatos estes cujo ônus da prova cabia à empresa.
“No caso em tela, houve intensa frustração da parte demandante em não
ter o seu veículo consertado no prazo legal, privando-a de usufruir de
tal bem durante quase três anos, e ainda sem qualquer devolução. Diante
disso, percebe-se que essa problemática, ultrapassa a seara do mero
aborrecimento, lesionando a honra do consumidor”, decidiu.
Em reunião com deputados federais e senadores do Rio Grande do Norte, nesta segunda-feira, 21, a Governadora Fátima Bezerra obteve o compromisso para obtenção de recursos extras que dependem da autorização e liberação pelo Governo Federal. Styvenson, Walter Alves e Fábio Faria não participaram da ocasião.
Ao lado dos auxiliares que compõem o Comitê de Gestão e Eficiência da administração, Fátima explicou como recebeu o Estado e informou as medidas do Plano de Recuperação Fiscal – lançado no segundo dia da gestão e já em execução – e a necessidade de obtenção de recursos não previstos em orçamento.
Na ocasião, os secretários da área econômica apresentaram à bancada a situação financeira e fiscal do Estado que tem débitos de R$ 2,3 bilhões referentes aos pagamentos de servidores e fornecedores e previsão de déficit de R$ 1,8 bilhão no orçamento para 2019.
Fátima Bezerra pediu a união e o apoio das bancadas para as medidas que precisarão ser adotadas junto ao Governo Federal, como a liberação dos recursos da antecipação dos royalties do petróleo, a aprovação da repartição com Estados e municípios da cessão onerosa pela exploração de gás e petróleo, conclusão de obras como a Reta Tabajara, o complexo da Avenida Maria Lacerda e de obras de habitação e de segurança hídrica como a conclusão da barragem de Oiticica, no município de Jucurutu.
A governadora disse que o Governo “é do diálogo, aberto a críticas e sugestões” e pediu “o acesso direto, respeitoso e permanente” aos parlamentares. “Este é o meu sentimento e deve ser o dos secretários e auxiliares. Esta mesma disposição estamos tendo em relação aos poderes Judiciário e Legislativo. Queremos a bancada sempre unida em defesa do nosso Estado”, afirmou.
Ainda ficou definido que deputados federais e senadores irão assinar junto com a Governadora pedido de audiência com o presidente da República, Jair Bolsonaro e com o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Também participaram da reunião o vice-governador Antenor Roberto e integrantes do Comitê Gestor – secretários de Estado do Gabinete Civil, Raimundo Alves, da Administração, Virgínia Ferreira, da Tributação, Carlos Eduardo Xavier, controlador geral, Pedro Lopes, procurador geral, Luiz Antonio Marinho.
Grandes projetos foram selecionados para a 7° edição do Campus Mobile: 64 foram escolhidos, dentre os 217 inscritos. O programa do Instituto NET Claro Embratel, que tem o objetivo de identificar, estimular e contribuir para a formação de jovens talentos universitários com iniciativas no segmento de telefonia móvel, avaliou projetos de grande destaque em todo o País.
No Rio Grande do Norte, os estudantes Ricardo Adley da Silva Sena e Auany Lidia Fernandes da Silva foram escolhidos para participar do Campus Mobile com o aplicativo Ajude o Math, que concorre na categoria Educação. A solução de Smart Cities, Step Smart, que desafia as pessoas a serem saudáveis, também representa o estado e foi idealizado por Pedro Avelino Ferreira Nogueira, Natanael Fernandes Toscano Araujo e Sávio Rennan Menêzes Melo.
Nessa edição, os jovens inscreveram soluções que promovem impacto positivo na vida das pessoas nas seguintes categorias: Educação, em que serão analisados produtos ou serviços inovadores para dispositivos móveis que aprimorem a aprendizagem dentro e fora da escola ou o interesse pelos estudos; Diversidade, que avaliará projetos que contribuam com o empoderamento, redução da discriminação e promoção de direitos de mulheres e minorias; Smart Cities, que busca soluções que contribuam para a infraestrutura urbana, tornem os grandes centros mais eficientes e melhorem a vida de seus habitantes; Smart Farm, que traz iniciativas que tenham o objetivo de melhorar a infraestrutura e a vida dos habitantes em regiões rurais.
Se você está desanimado ou triste nesta segunda-feira (21), a ciência
tem uma explicação: trata-se do “Blue Monday”, o dia mais triste do
ano. A data foi estabelecida baseada no estudo do psicólogo Cliff
Arnall, do País de Gales.
Em 2005, ele criou uma equação que aponta que a terceira
segunda-feira do ano é a mais triste. Isso porque as pessoas costumam
sentir culpa pelos gasto excessivos nas festas de Natal, assim como
melancolia pelo fim das férias, falta de motivação e irritação com a
meteorologia.
A fórmula criada pelo pesquisador para explicar a data
é[W+(D-d)]xT/MxNA – “W” é o clima, “D” é o salário, “d” a dívida, “T” o
tempo desde o Natal, “M” o baixo nível motivacional e “NA” a necessidade
de tomar medidas.
Um novo relatório de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), obtido e publicado pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, mostra que uma conta bancária do senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, recebeu 48 depósitos de 2.000 reais em dinheiro vivo no intervalo de um mês, entre junho e julho de 2017, que totalizaram 96.000 reais. À época, ele exercia o mandato de deputado estadual no Rio de Janeiro.
Segundo o telejornal, os depósitos foram feitos em cinco dias, no serviço de autoatendimento da agência bancária da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
O Jornal Nacional informou que o Coaf não identificou quem fez os depósitos e que há suspeita de que o fracionamento do valor foi uma tentativa de ocultar a origem do dinheiro. Segundo o telejornal, o documento diz, com base em uma circular do Banco Central que trata de lavagem de dinheiro, que pode ter havido “a realização de operações que, por sua habitualidade, valor e forma, configurem artifício para a burla da identificação dos responsáveis ou dos beneficiários finais”.
Em primeiro pronunciamento após pedido de suspensão da investigação no Ministério Público do Rio de Janeiro, referente à movimentações suspeitas apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) justificou a medida tomada pela sua defesa como um seguimento da legalidade das investigações. No pedido ao STF, acatado pelo ministro Luiz Fux, o filho do presidente alegou foro privilegiado.
“Não estou me escondendo atrás de foro nenhum. Não é porque sou filho do presidente que tenho que ser alvo de algo que não está seguindo a legalidade. A ideia de fazer isso foi simplesmente para que cumpríssemos a obrigação legal. Exijo, como qualquer cidadão, que a lei valha para mim”, disse Flávio entrevista gravado ao Jornal da Record. Nesta sexta-feira, o Jornal Nacional, da TV Globo, revelou que Flávio recebeu R$ 96 mil em depósitos em um mês em 2017.
O pedido de suspensão, acatado pelo ministro Luiz Fux na quinta, foi feito sob a prerrogativa de que Flávio, por ter sido eleito senador nas eleições de 2018, deveria ter o acompanhamento das investigações sob o STF, e não na primeira instância.
“Sou contra o foro, não é uma escolha para mim. É uma prerrogativa. Não há a menor dúvida que estou sendo tratado de maneira diferente”, declarou Flávio.
Flávio Bolsonaro em entrevista à TV Record Foto: Reprodução/TV Record / Estadão Conteúdo
O ministro Luiz Fux, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu as investigações sobre movimentações financeiras suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar e ex-policial militar, que era lotado no gabinete do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).
Fux suspendeu a investigação até análise do relator, ministro Marco Aurélio Mello, sobre uma reclamação protocolada no STF pela defesa do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). O processo corre em segredo de Justiça.
Surtos de doenças preveníveis por vacinação, altas taxas de obesidade infantil e sedentarismo, além de impactos à saúde causados pela poluição, pelas mudanças climáticas e pelas crises humanitárias. Estes são alguns dos itens que integram a lista das 10 principais ameaças à saúde global em 2019, divulgada nesta semana pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Imagem: Ilustrativa/
De acordo com a OMS, são as seguintes as questões que vão demandar mais atenção da organização e de seus parceiros neste ano:
Poluição do ar e mudanças climáticas A estimativa da Organização Mundial da Saúde é que nove em cada 10 pessoas respiram ar poluído todos os dias. Poluentes microscópicos podem penetrar nos sistemas respiratório e circulatório, danificando pulmões, coração e cérebro, o que resulta na morte prematura de 7 milhões de pessoas todos os anos por enfermidades como câncer, acidente vascular cerebral e doenças cardiovasculares e pulmonares.
Doenças crônicas não transmissíveis Dados da entidade mostram que doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, câncer e doenças cardiovasculares, são responsáveis por mais de 70% de todas as mortes no mundo – o equivalente a 41 milhões de pessoas. Isso inclui 15 milhões de pessoas que morrem prematuramente (entre 30 e 69 anos), sendo que mais de 85% dessas mortes prematuras ocorrem em países de baixa e média renda.
Pandemia de influenza O mundo enfrentará outra pandemia de influenza – a única coisa que ainda não se sabe é quando chegará e o quão grave será. O alerta é da própria OMS, que diz monitorar constantemente a circulação dos vírus para detectar possíveis cepas pandêmicas.
Cenários de fragilidade e vulnerabilidade A entidade destacou que mais de 1,6 bilhão de pessoas – 22% da população mundial – vivem em locais com crises prolongadas (uma combinação de fatores como seca, fome, conflitos e deslocamento populacional) e serviços de saúde mais frágeis. Nesses cenários, metade das principais metas de desenvolvimento sustentável, incluindo saúde infantil e materna, permanece não atendida.
Resistência antimicrobiana A resistência antimicrobiana – capacidade de bactérias, parasitos, vírus e fungos resistirem a medicamentos como antibióticos e antivirais – ameaça, segundo a OMS, mandar a humanidade de volta a uma época em que não conseguia tratar facilmente infecções como pneumonia, tuberculose, gonorreia e salmonelose. “A incapacidade de prevenir infecções pode comprometer seriamente cirurgias e procedimentos como a quimioterapia”, alertou.
Ebola No ano passado, a República Democrática do Congo passou por dois surtos de ebola, que se espalharam para cidades com mais de 1 milhão de pessoas. Uma das províncias afetadas também está em zona de conflito ativo. Em dezembro, representantes dos setores de saúde pública, saúde animal, transporte e turismo pediram à OMS e seus parceiros que considerem 2019 um “ano de ação sobre a preparação para emergências de saúde”.
Atenção primária Sistemas de saúde com atenção primária forte são classificados pela entidade como necessários para se alcançar a cobertura universal de saúde. No entanto, muitos países não têm instalações de atenção primária de saúde adequadas. Em outubro de 2018, todos os países-membro se comprometeram a renovar seu compromisso com a atenção primária de saúde, oficializado na declaração de Alma-Ata em 1978.
Vacinação Segundo a OMS, a relutância ou a recusa para vacinar, apesar da disponibilidade da dose, ameaça reverter o progresso feito no combate a doenças evitáveis por imunização. O sarampo, por exemplo, teve aumento de 30% nos casos em todo o mundo. “[A vacina] é uma das formas mais custo-efetivas para evitar doenças – atualmente, previnem-se cerca de 2 milhões a 3 milhões de mortes por ano”, diz a OMS. Além disso, 1,5 milhão de mortes poderiam ser evitadas se a cobertura global de vacinação tivesse maior alcance.
A FSB Comunicação, maior agência de relações públicas do mercado brasileiro e com 100% de capital brasileiro, associou-se com a Loures Comunicação, de Alexandre Loures, ex-Ambev. O objetivo é de se consolidar como o melhor grupo de comunicação corporativa do Brasil.
O acordo foi firmado por meio de uma troca de ações: a Loures entregou 100% de suas ações para a FSB e, em troca, recebe uma fatia da holding de comunicação. Essa é a primeira integração operada pela FSB em 38 anos de mercado.
A companhia tem um portfólio com mais de 150 clientes, como Grupo Pão de Açúcar, Banco do Brasil, JBS e Bradesco. “Relações geram resultados” é o lema da agência. Loures, por sua vez, destacou-se em apenas três anos tendo como diferencial o domínio apurado de canais e novas tecnologias.
As bases da parceria foram modeladas pelo sócio-diretor Diego Ruiz, especialista em fusões e aquisições. As duas agências não irão se fundir. Continuarão com atuações próprias e totalmente autônomas. As marcas serão preservadas, assim como seus diretores e seus times.