Depois
de o Senado decretar sigilo sobre notas fiscais de gastos de senadores
de anos anteriores, criando uma caixa preta que é até investigada pelo
Ministério Público, um ato da Mesa passou a prever a publicação.
O senador Styvenson Valentim (Pode-RN) foi o primeiro parlamentar a divulgar por completo todos os comprovantes dos gastos do mandato no Portal da Transparência do Senado.
Os potiguares Zenaide Maia (PROS) e Jean Paul Prates (PT) também autorizaram a divulgação no site do Senado seus gastos.
O ex-deputado potiguar Rogério Marinho tem ganhando espaço no governo Bolsonaro.
Portaria assinada por Guedes deu a Marinho o poder de definir o local de trabalho de auditores fiscais do trabalho. Até então, ele só tinha esse poder sobre auditores da Receita e peritos médicos federais lotados na secretaria.
Ele também é cotado para articular reforma tributária no Congresso.
Seis procuradores que compõem o grupo de trabalho da “lava jato”, alegando “grave incompatibilidade de entendimento”, enviaram um comunicado de demissão por meio de mensagem a grupos coletivos de trabalho das forças-tarefas da operação em Curitiba e no Rio.
Os procuradores Raquel Branquinho, Maria Clara Noleto, Luana Vargas,
Hebert Mesquita, Victor Riccely e Alessandro Oliveira contestam uma
manifestação enviada pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge,
ao Supremo Tribunal Federal na noite da terça-feira (3).
A insatisfação deles se deve ao fato de que Dodge pediu para arquivar
preliminarmente trechos da delação de Leo Pinheiro que citavam
presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ex-prefeito de Marília
(SP) José Ticiano Dias Toffoli, irmão do presidente do Supremo Tribunal
Federal.
“Foi um grande prazer e orgulho servir à Instituição ao longo desse
período, desempenhando as atividades que desempenhamos. Obrigada pela
parceria de todos vocês. Nosso compromisso será sempre com o Ministério
Público e com a sociedade”, escreveram os demissionários.
Em nota, ao confirmar que recebeu o pedido de desligamento de
integrantes de sua equipe na área criminal, Dodge reafirmou que, em
todos os seus atos, “age invariavelmente com base em evidências, observa
o sigilo legal e dá rigoroso cumprimento à Constituição e à lei e que
as suas manifestações são submetidas à decisão do Supremo”
A reprovação ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) cresceu de 33% no início
de julho para 38% na última semana de agosto, o índice mais alto desde o
início de seu governo. No mesmo período, a aprovação à gestão do
militar reformado caiu de 33% para 29%, e a taxa dos que a avaliam como
regular oscilou de 31% para 30%. Há ainda 2% que preferiram não opinar.
Em abril, na primeira avaliação sobre o governo Bolsonaro, 32%
consideravam o governo ótimo ou bom, 33%, regular, e 30%, ruim ou
péssimo, com 2% de sem opinião a respeito.
Entre seus eleitores no 2º turno da eleição presidencial, 57% consideram
seu governo ótimo ou bom até aqui, e para 32% ele é regular. Há 10%
nesse grupo, porém, que avalia sua gestão como ruim ou péssima. Entre
quem votou em Fernando Haddad (PT), 6% aprovam o governo do capitão
reformado, 24% acham regular, e 69% reprovam.
Bolsonaro continua com índice de aprovação acima da média entre os
brasileiros mais ricos: na faixa de renda familiar de 5 a 10 salários,
39% aprovam seu governo, índice que fica em 38% na fatia que tem renda
superior a 10 salários. No grupo com renda de 2 a 5 salários, a
aprovação fica em 34%, e cai para 22% entre os mais pobres, com renda
familiar de até 2 salários. Foi na faixa de renda mais alta, acima de 10
salários, porém, que Bolsonaro mais perdeu prestígio nos últimos meses.
Na pesquisa feita no início de julho, 52% deste segmento aprovavam sua
administração, 14 pontos percentuais a mais do que o os 38% registrados
agora. Na região Nordeste, a rejeição ao governo Bolsonaro atingiu 52%,
ante 41% em julho e 39% em abril.
De 0 a 10, a nota média atribuída ao desempenho de Bolsonaro à frente da Presidência até o momento é 5,1, com 19% atribuindo nota 0, e 9%, nota 10. Em julho, o desempenho do presidente merecia nota 5,4 da população.
O Brasil conquistou, nesta terça-feira (27), o terceiro lugar na 45ª edição WorldSkills, a olimpíada mundial de educação técnica. Depois de quatro dias de disputas, a competição realizada em Kazan, na Rússia, terminou com a conquista de 13 medalhas e o reconhecimento do Brasil como um dos países com a melhor educação profissional do mundo.
O terceiro lugar da delegação brasileira reforçou a imagem do país entre as equipes mais vitoriosas da competição. Isso porque o Brasil foi o grande campeão quando o evento ocorreu em São Paulo, em 2015, pela primeira vez em um país da América Latina. Na última edição, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, os brasileiros alcançaram o segundo lugar.
A WorldSkills é o maior torneio de educação profissional do planeta. A cada dois anos, jovens de até 22 anos disputam medalhas de ouro, prata e bronze em um país diferente.
Delegação brasileira comemora excelente colocação. Foto: Portal da Indústria
O presidente da França, Emmanuel Macron, reagiu nesta segunda-feira a
um comentário feito no Facebook pelo presidente Jair Bolsonaro, que no
sábado endossou a postagem de um internauta que zombava da mulher de
Macron, Brigitte, 24 anos mais velha que o chefe de Estado francês.
Em entrevista coletiva ao lado do presidente do Chile, Sebastián
Piñera, Macron disse que o comentário sobre Brigitte foi “triste” para
os brasileiros, uma “vergonha” para as mulheres brasileiras e
“extremamente desrespeitoso”. Afirmou ainda que “respeita” os
brasileiros e que espera que “eles tenham muito rapidamente um
presidente que se comporte à altura” do cargo.
— O que eu posso dizer a vocês? É triste, é triste, mas é em primeiro
lugar triste para ele e para os brasileiros — afirmou o presidente
francês.
No sábado, um seguidor postou foto dos casais Macron e Bolsonaro em
um post no Facebook do presidente brasileiro, com a legenda: “Agora
entende por que Macron persegue Bolsonaro?”. O presidente brasileiro
respondeu: “Não humilha cara. Kkkkkkk”. A postagem do seguidor foi
acompanhada de uma montagem: de um lado, Emmanuel Macron e sua mulher
Brigitte; e, do outro, o presidente brasileiro e sua mulher, Michelle,
27 anos mais jovem que o chefe de Estado do Brasil.
Chefes de Estado e governo do G7 que participam de sua 45ª conferência de cúpula acordaram sobre o envio de ajuda aos países afetados pelos incêndios na Região Amazônica “o mais rápido possível”, declarou neste domingo (25/08) o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron.
Ele acrescentou que os líderes das maiores potências econômicas avançadas estão se aproximando de um consenso sobre como ajudar a extinguir o fogo e reparar os danos resultantes. Trata-se de encontrar os mecanismos apropriados, tanto técnicos quanto financeiros, acrescentou, e “tudo depende dos países da Amazônia”, que compreensivelmente defendem sua soberania.
“Mas o que está em jogo na Amazônia, para esses países e para a comunidade internacional, em termos de biodiversidade, oxigênio, a luta contra o aquecimento global, é de tal ordem, que esse reflorestamento tem que ser feito”, advertiu.
No exterior, a imprensa destaca amplamente o nível recorde de incêndios na Amazônia. “São tão grandes que a fumaça chegou a milhares de quilômetros de distância até a costa do Atlântico”, ressaltou o New York Times. “A Amazônia está queimando”, alertou a Reuters. Segundo o francês Le Monde, seca e desmatamento estão por trás do aumento do número de incêndios. CNN, BBC e Al Jazeera também chamaram a atenção para as imagens dos últimos dias.
PrayForAmazonas foi a hashtag mais distribuída no Twitter, em todo o mundo, ontem.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira, 8, que, “mesmo com discurso autoritário”, o presidente Jair Bolsonaro foi eleito de forma democrática e “é o que temos até 2022”.
“Como defendemos a democracia, Bolsonaro é o que temos até 2022.
Mesmo com discurso autoritário, ele sempre foi eleito pelas urnas, desde
os tempos de parlamentar até a presidente”, disse Maia, em debate
promovido em São Paulo pela Fundação Lemann, financiada pela família do
empresário Jorge Paulo Lemann. Segundo o presidente da Câmara, “cabe ao
Legislativo e ao Judiciário, naquilo que entender que ele passou do
limite, gerar o limite”.
‘Erros’. Durante o debate, o presidente da Câmara
afirmou que a eleição de Bolsonaro foi “um produto dos erros” da classe
política nos últimos 30 anos, ao tratar sobre como um deputado federal
do chamado baixo clero da Casa venceu uma eleição presidencial.
A constante alta das fintechs, em
conjunto com aplicativos bancários cada vez mais práticos, vem fazendo
com que as pessoas diminuam cada vez mais suas “visitas” aos bancos
tradicionais. Todavia, se há algo que não dá para resolver através do
meio digital, esse algo é o saque do dinheiro em espécie.
Levando em consideração que a ida a um caixa eletrônico em si pode
ser algo estressante, o Banco24Horas parece estar trazendo boas novas.
Isso porque ele revelou que os usuários poderão liberar valores através
do próprio smartphone, facilitando o trabalho do saque e dispensando
procedimentos como a autenticação do cartão bancário e do reconhecimento
biométrico.
Anunciado sob o nome de Saque Digital, os clientes poderão contar com
a novidade até o fim do ano. Apesar de ser muito interessante, essa
nova função está disponível somente para o SafraWallet no momento – com
previsão para ser liberada por mais bancos parceiros do Banco24Horas em
breve. Vale lembrar que SafraWallet é uma espécie de carteira digital do
Banco Safra.
Todo o processo de saque digital é bastante simples, bastando o
usuário escolher a opção “Saque Digital” através do aplicativo do banco
em que possui a conta. Feito isso, só precisará ir até um caixa
eletrônico da rede 24 Horas e selecionar a mesma opção. A tela do caixa
exibirá um QR Code para ser lido e, após a sua leitura, a máquina irá
liberar o dinheiro.
Os Estados Unidos designaram oficialmente nesta quarta-feira (31) o Brasil como um aliado prioritário extra-OTAN, cumprindo uma promessa feita em março, durante encontro entre os presidentes dos dois países, Donald Trump e Jair Bolsonaro, em Washington.
“Aliado preferencial extra-Otan” é um nome para designar países que não são membros da aliança Organização do Tratado do Atlâncito Norte (Otan) mas que são aliados estratégicos militares dos EUA, ou seja, que terão um relacionamento de trabalho estratégico com as Forças Armadas americanas.
Após o corte na taxa básica de juros, a Selic, nesta quarta-feira (31), pelo Banco Central, bancos anunciaram redução das taxas de juros do crédito.
O Comitê de Política Monetária Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic em 0,5 ponto percentual para 6% ao ano. Banco do Brasil.
O Banco do Brasil informou que reduziu taxas para pessoas físicas e jurídicas. As novas taxas entram em vigor a partir da próxima segunda-feira (5). Nas linhas de financiamento imobiliário para pessoa física, as taxas mínimas passarão de 8,49% para 8,29% ao ano, na aquisição pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 8,85% para 8,65% ao ano na linha aquisição PF-CH (carteira hipotecária).
Na linha BB Crédito Veículo Próprio, em que o cliente oferece seu automóvel como garantia, as taxas serão reduzidas de 1,57% para 1,53% ao mês, na faixa mínima, para contratações realizadas pelo aplicativo do BB para mobile.
A taxa mínima das linhas de financiamento de veículos novos e seminovos, contratados pelo mobile passará para 0,84% ao mês, ante 0,88% ao mês cobrados até então.
A Nubank passou a ser a primeira startup brasileira a atingir a marca de US$ 10 bilhões, além de ser também a empresa mais valiosa da América Latina. O fato foi anunciado nesta quarta (31/07).
Segundo Cristina Junqueira, co-fundadora do Nubank, em outros países a empresa deve ter “um papel ainda maior do que no Brasil, já que os bancos estão completamente desatualizados”.
As previsões sobre a expansão do Nubank na América Latina dão conta do fornecimento de novos produtos no México até o final do ano, e em relação à Argentina, já no primeiro semestre de 2020.
A força-tarefa da Operação Greenfield apresentou quatro
ações de improbidade contra Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Henrique
Eduardo Alves e mais 14 pessoas.
Ao todo, o MPF cobra deles R$ 3 bilhões para reparação de danos causados à Caixa e ao FGTS. As
ações, movidas na esfera cível, se referem a fatos que chegaram a ser
denunciados pela Procuradoria na esfera criminal –como propina e lavagem
de dinheiro– e visam recuperar os alegados prejuízos ao banco.
Delatores como Lúcio Funaro e Joesley Batista, entre outros, não
foram responsabilizados nas ações civis, já que firmaram acordo de
colaboração com o MPF.
O clima está tenso em Brasília após as declarações infelizes. Ontem (20) a situação esquentou quando o deputado General Girão surgiu que o senador Cristovam Buarque calasse.